Minerais de zonas de conflito 2021: o impacto da nova legislação da UE

Uma lei para aumentar a transparência da cadeia de fornecimento exige que as empresas garantam que estanho, tântalo, tungstênio e ouro que fazem parte dos seus produtos acabados sejam obtidos de forma responsável.

O aumento da procura por estanho, tântalo, tungstênio e ouro, coletivamente referidos como “3TG”, se deve à expansão da indústria eletrônica que os utiliza, incluindo telefones, computadores, aparelhos de GPS, calculadoras, fornos de micro-ondas, televisores, baterias, relógios e fios. Portanto, é provável que quase todas as residências, e provavelmente todas as empresas, usem itens que contenham um ou mais desses minerais. E agora os importadores da UE são obrigados por lei a realizar due dilligence de suas cadeias de fornecimento para identificar a presença de estanho, tântalo, tungstênio e/ou ouro.

O mundo está acordando para a injustiça social e ambiental presente nos recônditos mais opacos da produção industrial e os holofotes estão sobre as cadeias de fornecimento globais“, afirma Katie Tamblin, diretora de produto da Achilles Information, que coleta e valida os dados dos fornecedores e mitiga os riscos em nível global. “A realização de due dilligence e de relatórios sobre minerais de zonas de conflito começará a garantir maior transparência aos fabricantes e consumidores quanto ao seu papel na promoção ou redução de conflitos e do trabalho forçado.”

Faça o download do nosso artigo técnico para saber mais sobre:

  • O que são minerais de zonas de conflito
  • O que os importadores de 3TG precisam saber
  • Restrições e requisitos de empresas upstream e downstream
  • Futura sanção e a inclusão de mais minerais
  • Como garantir a conformidade: due dilligence da cadeia de fornecimento, auditorias, peritos terceirizados



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